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Mais um mimo 23/11/2010

Posted by Cesar in Peças, Restauração.
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Já dizia o velho ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”.

Como falei no post anterior, a pressa pode acabar por destruir algumas coisas. Pior ainda se o apressado não tem nenhum cuidado com o que está lidando.

E não é que isto vale também para o antigo proprietário do meu carro? Mas porque?!

Quando estava preparando o carro para me entregar, fazendo as vistorias, uma das coisas que precisou colocar foi os parachoques. O Sp2 possui três peças distintas, o da frente, inteiriço, e os traseiros (um par).

Pois bem. Ao invés de tentar encaixar os parachoques como deveriam ser encaixados, escolheu o antigo proprietário tacar uma furadeira neles (afinal, são de fibra) e colocar uns parafusos entre eles e a carcaça, para ficarem fixos.

Que dor no peito quando vi…. A primeira vez que vi (fotos) estavam fora do carro, inteiros… Não pensei que ele poderia cometer uma atrocidade destas.

Mas, como podem notar, o título do tópico é outro (por mais que esteja relacionado). Neste final de semana adquiri mais dois (ou um par) mimos para o meu carro: os parachoques traseiros originais em borracha.

Tá, eu sei que estão precisando de um cuidado, que borracha é algo difícil de se lidar, mas achá-los não é muito simples assim, e não poderia deixar a oportunidade passar…

Abaixo algumas fotinhos deles:

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Uma pequena atrasadinha… 23/11/2010

Posted by Cesar in Restauração.
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Mesmo para uma pessoa ansiosa como eu, a restauração de um carro não pode ser corrida… Como quem restaura um carro quer que tudo fique perfeito (variando, apenas, o padrão de perfeição de cada um), não terei o carro no prazo que tinha estipulado no início do trabalho de funilaria.

Este sábado fui dar uma passada lá no Humberto, para ver como estava andando. Coincidentemente encontrei o Amadeu!

Como poderão ver pelas fotos abaixo, ao lixar o carro o Humberto encontrou alguns pontos de ferrugem que não esperava. Assim, está correndo contra o tempo.

Mas se o carro já esperou 36 anos para ficar como novo novamente (argh), quem sou eu para querer ele na data combinada? Não quero trabalho corrido, mas sim bem feito. Se é pra atrasar, que atrase.

Se fizer correndo o carro fica como ficou o que busquei em Resende…. Explicarei melhor no próximo post. Por enquanto fiquem com as fotos do andamento atual!

Vai saber!? 09/11/2010

Posted by Cesar in Informações úteis, Restauração.
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Consegui dar uma passada naquela loja que tinha comentado, que possui os catálogos da Glasurit.

Tinham não só o catálogo atual, mas também o antigo, ou seja, dava para comparar tonalidade, etc.

E não é que a cor Titânio é azul bem clara mesmo?

Claro que estava vendo ela no meio de várias outras cores, então ela pareceu bem mais azulada do que deveria ser. Mas é bem estranho.

E agora? Como será que faço pra ver se houve alteração na cor do carro? Será que o Titânio era aceito como prata, mesmo sendo azulado desse jeito? Será que a VW pintava carros de 1974 com tinta da linha 1973 (platina), para ser considerado prata?

Abaixo fotos que tirei do catálogo, comparando com o Prata Continental do Passat 1980.

Fotos de época 04/11/2010

Posted by Cesar in História.
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Há um tempo postei uma imagem de um SP2 marrom, dizendo que nunca tinha visto o SP2 que foi da família nos idos de 1970. E nunca tinha visto mesmo.

Aliás, dos carros que tivemos na família não tinha visto fotos de quase nenhum. Mas sempre soube deles: Corcel I, Fiat 147, Corcel II, Dodge Dart, Belina, Fuscas. Do Dart e dos Fuscas já tinha visto algumas, mas de relance.

Porém, isto se resolveu hoje. Meu pai, com isso na cabeça, foi revirar os slides que temos guardados na casa de minha avó (os quais, por sinal, são de completo desconhecimento meu, por enquanto).

E não é que achou fotos dos carros?! E o melhor, em conjunto e posando para as fotos.

Tá certo que as fotos não querem mostrar os carros nos detalhes, mas sim mostrar a garagem (e que garagem!) que tínhamos na época.

Dessa garagem vale duas ressalvas: o Dodge Dart estava à venda há um bom tempo, e havia sido repintado (a cor original era Amarela). Sabem porque?! Vai sustentar um carro desses em plena crise do petróleo…

Pior de tudo, mesmo tentando vender o carro, e depois rifá-lo, o bilhete premiado não tinha sido vendido, e o carro continuou na família. Depois conseguiram vendê-lo (apesar do dinheiro da rifa ter pago o prejú do carro já)

Mesmo assim o Dart teve um final mais digno do que o coitado do SP2, que acabou falecendo debaixo de um ônibus, cujo motorista, com as mãos na cabeça, confessou ao meu pai, depois do engavetamento: “me desculpa, eu não vi o carro!”

Preço que se paga por ter o carro mais baixo já fabricado no Brasil…

Abaixo seguem os slides. Ainda vou conseguir capturá-los em alta resolução… Consegui estas imagens através de uma gambiarra e um telecine portátil.